Venda Recorde em Lourdes Reforça a Valorização do Mercado de Alto Luxo na Capital Mineira
Metro quadrado da Zona Sul de BH alcança patamar de bairros valorizados do Brasil, como Jardins (SP) e Leblon (RJ)
O mercado imobiliário de alto padrão de Belo Horizonte acaba de registrar uma negociação histórica. Uma unidade de um empreendimento em Lourdes, desenvolvido pela Patrimar Engenharia, foi comercializada por valor superior a R$ 40 mil o metro quadrado, estabelecendo um recorde para o segmento na capital mineira.
A transação evidencia o momento aquecido do mercado de luxo na cidade, impulsionado pela busca de imóveis exclusivos, bem localizados e com diferenciais capazes de atender a um público cada vez mais exigente. Nos últimos anos, a escassez de terrenos nobres e a valorização de bairros tradicionais na Zona Sul, vêm contribuindo para a consolidação de um novo patamar de mercado.
Com valor de metro quadrado comparável a bairros nobres como Jardins, em São Paulo, e Leblon, no Rio de Janeiro, a venda também reforça a resiliência do segmento de luxo e demonstra que Belo Horizonte segue entre os principais polos brasileiros para investimentos imobiliários de alto valor agregado.
Localizado a apenas um quarteirão do Minas Tênis Clube, o José Torres Franco reúne características que têm atraído perfis em busca de sofisticação, conforto e exclusividade. O residencial possui torre única, unidades com terraço aberto e piscina privativa, fachada de arquitetura marcante e uma ampla estrutura de lazer e serviços, incluindo espaços gastronômicos desenvolvidos com consultoria do renomado chef Massimo Battaglini.
O projeto também incorpora soluções alinhadas às demandas contemporâneas de eficiência, tecnologia e responsabilidade ambiental, atributos cada vez mais valorizados no segmento de alto padrão. Nesse contexto, o José Torres Franco se destaca por ser o primeiro empreendimento a alcançar o nível EDGE Advanced (Excellence in Design for Greater Efficiencies), certificação internacional que reconhece projetos com ganhos expressivos no uso de recursos naturais.
O edifício atinge uma redução de 45% no consumo de energia, além de economias de 23% em água e 32% no carbono incorporado aos materiais. Esses indicadores refletem um conjunto de escolhas projetuais e construtivas mais eficientes, que contribuem para a racionalização de recursos ao longo do ciclo de vida do empreendimento.
Para o cliente, isso se traduz em benefícios práticos, como maior eficiência operacional, potencial de valorização do ativo e redução de custos de uso e manutenção, além de um produto alinhado a padrões contemporâneos de qualidade e desempenho.



